Semana Paulo Freire
Muito mais, muito mais do que uma Gincana. A Semana Paulo Freire fez que aprendêssemos muito, aprendemos a trabalhar em equipe, torcer, lutar, cooperar e se organizar. Mais importante, aprendemos a amar e respeitar o próximo, aprendemos a torcer, vibrar, rir e chorar por colegas que mal sabíamos o nome, mas que lutavam pelo mesmo objetivo. Não entendo porque Semana Paulo Freire, pois, são semanas de trabalho, pesquisas, campanhas, alegrias, tristezas e determinação.
É interessante essa necessidade de competir que encontramos a flor da pele, é interessante o fato de querermos estar sendo sempre superiores ao próximo, mas faz parte da essência do ser humano ser competitivo, e, a Semana Paulo Freire fez com que competíssemos muito, e arrecadássemos 11 toneladas e meia em alimentos para doação. Essa necessidade de competição que muitas vezes acaba em briga fez com que menos pessoas passem fome, e isso não tem preço.
Não imaginava que a gincana fosse tão grande, complexa e competitiva, a maioria dos alunos leva muito a sério e dá o melhor de si. Nunca ouvi falar de uma gincana em outra escola que chegasse perto da Semana Paulo Freire e me orgulho de estudar nessa escola.
Perguntei-me porque Semana Paulo Freire. Então, fui buscar saber quem foi Paulo Freire, descobri que ele foi um grande educador e filosofo brasileiro nascido em 1921, vi que ele tinha uma maneira diferente de educar e conscientizar as pessoas, mental e politicamente. Cheguei à conclusão de que o nome combina muito com a gincana, pois durante a Semana Paulo Freire aprendemos muito, e sem essa maneira militar do nosso dia-a-dia, aprendemos jogando, brincando, dançando, cantando, ou seja é uma semana que aprendemos com mais alegria.
Na Semana Paulo Freire nunca é hora de ir embora, não sentimos fome, nunca estamos cansados nem com sono, nós só queremos estar ali juntos, brincando e aprendendo, sonhando que a sexta-feira não chegue e que seja sempre Semana Paulo Freire.
Ao final das contas percebemos que foi uma experiência que nunca esqueceremos, percebemos que somos pessoas melhores, vemos que temos muito mais amigos agora, e não vemos a hora de chegar o ano que vem para de novo vivermos a Semana Paulo Freire.
Matheus Eduardo Santos da Silva nº29
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